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Exaustão de gases corrosivos: quais cuidados considerar no projeto industrial

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Exaustão de gases corrosivos: quais cuidados considerar no projeto industrial

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A exaustão de gases corrosivos exige muito mais do que instalar um exaustor em um ambiente industrial. Afinal, esses gases podem atacar componentes do sistema, comprometer equipamentos e reduzir a eficiência da operação quando o projeto não considera corretamente as características do processo.

Além disso, cada indústria apresenta condições diferentes. O tipo de contaminante, a concentração, a temperatura, a vazão e os materiais presentes no sistema influenciam diretamente a escolha dos equipamentos.

Por isso, um projeto de exaustão de gases corrosivos precisa combinar captação eficiente, materiais adequados, dimensionamento correto e tratamento do ar quando necessário.

Neste artigo, você vai entender os principais pontos que devem receber atenção antes da implantação de um sistema industrial para gases corrosivos.

O que são gases corrosivos?

Gases corrosivos são substâncias capazes de provocar reações químicas que degradam materiais, equipamentos e superfícies.

Além disso, dependendo da substância envolvida, esses gases podem afetar a qualidade do ar dentro do ambiente industrial. Por esse motivo, a empresa precisa controlar a emissão desde o ponto onde o contaminante surge.

Processos químicos, tratamentos de superfície, laboratórios, indústrias metalúrgicas e diferentes linhas produtivas podem gerar gases ou vapores com características corrosivas.

Consequentemente, essas aplicações exigem um sistema de exaustão preparado para trabalhar em condições mais agressivas.

Como funciona a exaustão de gases corrosivos?

Um sistema de exaustão de gases corrosivos capta o ar contaminado próximo ao ponto de geração. Em seguida, conduz esse fluxo por dutos até os equipamentos responsáveis pela movimentação ou tratamento do ar.

A configuração pode incluir:

  • captores;
  • coifas;
  • dutos;
  • exaustores industriais;
  • lavadores de gases;
  • sistemas de filtragem;
  • chaminés;
  • elementos de controle.

Entretanto, cada aplicação exige uma combinação diferente.

A Ventitec fabrica sistemas de exaustão e ventilação industrial e desenvolve projetos de acordo com as necessidades da operação. Além disso, a empresa trabalha com equipamentos específicos para processos que envolvem gases corrosivos.

Por que captar o gás próximo à fonte?

A localização do ponto de captação influencia diretamente a eficiência do projeto.

Quanto mais rápido o sistema captura o contaminante, menor será sua dispersão pelo ambiente. Portanto, uma captação bem posicionada pode exigir menor movimentação de ar para alcançar o resultado esperado.

Por outro lado, quando o contaminante se espalha antes da captação, o sistema precisa trabalhar com uma quantidade maior de ar.

Consequentemente, isso pode aumentar o consumo energético e dificultar o controle da emissão.

Por esse motivo, o projeto deve analisar cuidadosamente o processo produtivo e identificar onde ocorre a geração dos gases.

Qual material utilizar no sistema de exaustão?

A escolha do material representa um dos cuidados mais importantes em um projeto de exaustão de gases corrosivos.

Nem todo metal ou acabamento suporta ambientes agressivos. Portanto, o projetista precisa conhecer a composição do contaminante antes de definir exaustores, dutos e demais componentes.

Entre os fatores que influenciam essa escolha estão:

  • tipo de gás ou vapor;
  • concentração;
  • temperatura;
  • umidade;
  • tempo de exposição;
  • condições de operação.

Além disso, o sistema pode exigir materiais ou revestimentos capazes de aumentar sua resistência.

A Ventitec, por exemplo, fabrica exaustores axiais com transmissão utilizando materiais como aço inox e aço carbono. Dependendo da aplicação, o equipamento também pode receber galvanização ou pintura epóxi para ampliar a proteção contra corrosão.

Por que o exaustor precisa ser adequado para gases corrosivos?

O exaustor representa um dos principais componentes do sistema.

Entretanto, escolher apenas pela vazão pode gerar problemas. Além de movimentar o volume correto de ar, o equipamento precisa suportar as características do fluxo transportado.

Por isso, o projeto deve considerar a exposição dos componentes ao contaminante.

Em algumas aplicações, um exaustor axial com transmissão pode representar uma alternativa interessante. Nesse tipo de equipamento, o motor permanece fora do fluxo principal de ar.

A Ventitec destaca esse modelo justamente para sistemas especiais que trabalham com gases corrosivos e até gases explosivos.

Em outros projetos, entretanto, a operação pode exigir exaustores centrífugos ou configurações diferentes.

Assim, a escolha deve ocorrer somente após uma análise técnica.

Exaustor axial ou centrífugo para gases corrosivos?

Não existe uma resposta única.

O exaustor axial movimenta grandes volumes de ar e pode atender determinadas aplicações com menor resistência no sistema.

Já o exaustor centrífugo costuma oferecer maior capacidade para vencer perdas de carga em sistemas com dutos, curvas, filtros ou outros componentes.

Além disso, alguns processos exigem pressões mais elevadas. Nesses casos, o exaustor centrífugo pode oferecer uma configuração mais adequada.

A Ventitec trabalha com diferentes modelos de exaustores industriais e destaca que os equipamentos podem atender aplicações com gases, vapores químicos e materiais corrosivos.

Portanto, a empresa precisa avaliar o sistema completo antes de escolher o modelo.

Como a vazão interfere no projeto?

A vazão determina a quantidade de ar que o sistema precisa movimentar em determinado período.

Se o projeto utiliza uma vazão baixa demais, o sistema pode não captar o contaminante corretamente. Como resultado, gases podem permanecer no ambiente ou escapar da zona de captação.

Por outro lado, utilizar uma vazão muito acima da necessária também gera problemas.

Nesse caso, a operação pode consumir mais energia, aumentar ruídos e elevar os custos sem necessariamente melhorar o resultado.

Por isso, o dimensionamento deve considerar:

  • tamanho do ponto de captação;
  • velocidade necessária;
  • característica do contaminante;
  • distância entre captação e exaustor;
  • diâmetro dos dutos;
  • quantidade de curvas;
  • perdas de carga.

Dessa forma, o sistema trabalha de maneira mais equilibrada.

Por que avaliar a perda de carga?

A perda de carga representa a resistência que o ar encontra ao percorrer o sistema.

Dutos, curvas, filtros, conexões e equipamentos aumentam essa resistência. Portanto, quanto mais complexo o sistema, maior tende a ser a pressão necessária para movimentar o ar.

Se o projeto ignora esse fator, o exaustor pode trabalhar fora da condição ideal.

Consequentemente, o sistema perde eficiência e pode apresentar consumo energético elevado.

Por esse motivo, vazão e pressão devem fazer parte do mesmo cálculo.

Quando utilizar um lavador de gases?

Em alguns processos, apenas captar e transportar o gás não resolve o problema.

A empresa também precisa tratar o fluxo contaminado antes de realizar o descarte.

Nesse cenário, o lavador de gases pode integrar o sistema de exaustão.

Esse equipamento promove o contato do fluxo contaminado com um líquido. Dessa forma, ajuda a remover determinados poluentes antes da liberação do ar.

A Ventitec desenvolve lavadores de gases para controle de poluentes em aplicações industriais. Além disso, seus equipamentos podem integrar projetos de exaustão e controle ambiental.

No entanto, o tipo de lavador deve acompanhar as características do contaminante. Portanto, a análise do processo continua sendo essencial.

Dutos também precisam resistir à corrosão

Não adianta escolher um exaustor adequado e ignorar os dutos.

Afinal, todo o fluxo contaminado percorre essa estrutura.

Por isso, o material dos dutos também precisa apresentar compatibilidade com o gás transportado.

Além disso, o projeto deve reduzir pontos onde condensados ou contaminantes possam se acumular.

Quando a operação permite acúmulo interno, a corrosão pode acelerar. Consequentemente, surgem vazamentos, perda de eficiência e necessidade de manutenção frequente.

Qual é a importância do layout dos dutos?

O trajeto dos dutos interfere diretamente no desempenho da exaustão de gases corrosivos.

Muitas curvas, mudanças bruscas de direção ou trechos mal dimensionados podem aumentar a resistência ao fluxo.

Por isso, sempre que possível, o projeto deve utilizar percursos mais eficientes.

Além disso, o diâmetro correto ajuda a manter a velocidade adequada do ar.

Um bom layout também facilita inspeções e manutenção. Dessa maneira, a empresa consegue identificar desgastes antes que eles causem uma parada inesperada.

Como evitar corrosão precoce dos equipamentos?

A prevenção começa antes da instalação.

Primeiro, a empresa precisa identificar corretamente os contaminantes presentes na operação. Depois, deve selecionar materiais compatíveis e dimensionar os equipamentos para as condições reais do processo.

Além disso, algumas práticas ajudam a ampliar a vida útil do sistema:

  • inspecionar os componentes regularmente;
  • verificar sinais de corrosão;
  • controlar vazamentos;
  • limpar o sistema quando necessário;
  • acompanhar o desempenho do exaustor;
  • revisar pontos de condensação;
  • realizar manutenção preventiva.

Consequentemente, a indústria reduz a chance de falhas inesperadas.

Quais sinais indicam problemas na exaustão?

Alguns sinais ajudam a identificar perda de desempenho.

Entre eles estão:

  • presença de odores fora da área de processo;
  • corrosão visível em equipamentos;
  • acúmulo de resíduos;
  • queda da capacidade de captação;
  • aumento de ruído;
  • vibração excessiva;
  • aumento do consumo energético;
  • vazamentos em dutos;
  • deterioração precoce dos componentes.

Ao identificar esses problemas, a empresa deve avaliar o sistema completo.

Afinal, substituir somente o exaustor nem sempre resolve a causa.

Por que a manutenção preventiva é tão importante?

Sistemas que trabalham com gases corrosivos enfrentam condições mais agressivas.

Por isso, a manutenção preventiva ganha ainda mais importância.

Durante as inspeções, a equipe pode verificar pontos de corrosão, fixações, correias, rolamentos, dutos, captores e condições dos equipamentos de tratamento.

Além disso, o acompanhamento permite identificar alterações na operação.

Por exemplo, uma mudança no processo produtivo pode aumentar a quantidade de gases gerados. Nesse caso, o sistema original pode deixar de atender corretamente a nova demanda.

Portanto, a manutenção também ajuda a manter o projeto alinhado à realidade da indústria.

Projeto personalizado faz diferença na exaustão de gases corrosivos

Cada indústria apresenta uma combinação própria de contaminantes, vazões, temperaturas e condições operacionais.

Por isso, soluções padronizadas nem sempre entregam o melhor resultado.

Um projeto personalizado permite analisar o processo antes de definir os equipamentos.

Assim, a equipe técnica consegue avaliar:

  • ponto de geração;
  • tipo de contaminante;
  • vazão necessária;
  • pressão do sistema;
  • materiais;
  • layout;
  • necessidade de tratamento;
  • espaço disponível;
  • condições de manutenção.

Consequentemente, a empresa evita decisões baseadas apenas em potência ou tamanho do equipamento.

Quais erros evitar no projeto?

Alguns erros aparecem com frequência em sistemas de exaustão de gases corrosivos.

O primeiro deles consiste em escolher o exaustor sem analisar o contaminante.

Outro problema acontece quando a empresa instala o ponto de captação longe da fonte geradora.

Além disso, utilizar materiais incompatíveis pode acelerar a deterioração.

Também é importante evitar:

  • dutos subdimensionados;
  • excesso de curvas;
  • vazão inadequada;
  • falta de manutenção;
  • ausência de tratamento quando necessário;
  • escolha do equipamento apenas pelo preço.

Portanto, o projeto deve considerar todo o caminho do contaminante, desde sua geração até o tratamento ou descarte adequado.

Como escolher uma empresa para desenvolver o sistema?

Antes de contratar um fornecedor, avalie sua capacidade técnica.

A empresa precisa entender ventilação industrial, exaustores, vazão, pressão, perdas de carga e sistemas de tratamento.

Além disso, vale buscar um fornecedor que consiga desenvolver equipamentos de acordo com as características do projeto.

A Ventitec atua há mais de 20 anos com sistemas de exaustão e ventilação industrial. Sua equipe desenvolve projetos e fabrica equipamentos para diferentes condições de operação.

Exaustão de gases corrosivos exige planejamento técnico

A exaustão de gases corrosivos precisa controlar o contaminante desde sua origem e conduzir o fluxo de maneira eficiente.

Por isso, o projeto deve considerar muito mais do que a escolha do exaustor.

Materiais, vazão, pressão, captação, dutos, tratamento e manutenção influenciam diretamente o desempenho do sistema.

Além disso, uma análise técnica ajuda a evitar corrosão precoce, consumo excessivo de energia e perda de eficiência.

Portanto, empresas que trabalham com gases ou vapores agressivos devem buscar uma solução desenvolvida especificamente para sua realidade.

Conte com a Ventitec para seu projeto de exaustão industrial

A Ventitec desenvolve sistemas de exaustão industrial e trabalha com diferentes modelos de exaustores, lavadores de gases e soluções personalizadas.

Além disso, a empresa possui equipamentos indicados para aplicações especiais que envolvem gases corrosivos.

Se sua indústria precisa controlar gases, vapores ou outros contaminantes, uma avaliação técnica ajuda a definir o equipamento, o material e a configuração mais adequada para o processo.